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	<title>Painel Internacional</title>
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	<description>Diário de comentários e notícias sobre as relações internacionais contemporâneas</description>
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		<title>Painel Internacional</title>
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		<title>Trípoli: alguns ensinamentos de T.E. Lawrence</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 18:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Painel Internacional</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conflitos Domésticos]]></category>
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		<description><![CDATA[Trípoli, Lawrence, Trípoli! Reflexões cautelosas sobre a Queda de Trípoli à luz da história de T.E. Lawrence (vulgo &#8220;Lawrence da Arábia&#8221;) e dos dilemas das tribos árabes em reerguerem Damasco após o domínio otomano. (Por R.Penna) Thomas Edward Lawrence foi um acadêmico de Oxford convocado ao Oriente Médio para lutar na I Guerra Mundial. Apesar de estar longe de ser [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1319&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Trípoli, Lawrence, Trípoli!</h2>
<h4>Reflexões cautelosas sobre a Queda de Trípoli à luz da história de T.E. Lawrence (vulgo &#8220;Lawrence da Arábia&#8221;) e dos dilemas das tribos árabes em reerguerem Damasco após o domínio otomano.</h4>
<p>(Por R.Penna)</p>
<div id="attachment_1320" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1320 " style="border:black 1px solid;" title="Lawrence" src="http://painelinternacional.files.wordpress.com/2011/08/damascus-lawrence-damascus.jpg?w=300&#038;h=142" alt="&quot;Damasco, Lawrence, Damasco!&quot; cena onde Sherif Kharish (Omar Shariff) lembra T.E. Lawrence (Peter O'Toole) sobre o seu objetivo final: a Queda de Damasco" width="300" height="142" /><p class="wp-caption-text">&quot;Damasco, Lawrence, Damasco!&quot; cena onde Kharish (Omar Shariff) lembra T.E. Lawrence (Peter O&#039;Toole) sobre qual deveria ser seu objetivo final na I Guerra Mundial</p></div>
<p>Thomas Edward Lawrence foi um acadêmico de Oxford convocado ao Oriente Médio para lutar na I Guerra Mundial. Apesar de estar longe de ser um oficial exemplar e com vocação militar, o britânico Lawrence teve a notável capacidade de inspirar e congregar as várias tribos árabes contra o domínio turco-otomano na região. Imortalizado pelo livro &#8216;Os Sete Pilares da Sabedoria&#8217; e pelo clássico da sétima arte &#8216;Lawrence da Arábia&#8217;, ele nos deixou valiosas lições sobre táticas de guerrilha e o uso de rebeldes contra um poder de escala.</p>
<p>Diante da atual Queda de Trípoli e da aparente vitória das forças rebeldes líbias contra o General Kadhafi, fui tomado com a lembrança de uma importante lição de Lawrence. Ao final da I Guerra Mundial, os rebeldes árabes conquistaram a vitória quando marcharam sobre uma Damasco arrasada e desorganizada com a saída do Império Otomano. Os turcos, apesar dos abusos do seu domínio autoritário sobre a Síria, eram habilidosos em cuidar de um governo, de suas burocracias, da segurança pública e de serviços essenciais, como saúde, energia, água etc. Diante do vácuo de governança deixado pela retirada otomana, os rebeldes não tinham outra opção a não ser organizar rapidamente o seu processo decisório e retomar os serviços públicos à população de Damasco. A grande tragédia nas entrelinhas da história de T.E. Lawrence e dos rebeldes árabes não foi a história de sua mítica resistência aos turcos; mas sim, o dilema de pacificar e reestruturar uma Damasco arrasada sem uma estrutura de governo minimamente coesa e uma tecnocracia especializada. Afinal, como o próprio T.E. Lawrence reconhece em seu livro, &#8220;<strong>Rebeldes, especialmente rebeldes bem sucedidos, são necessariamente péssimos súditos e governadores ainda piores.&#8221; </strong> Basta ver ser se as lições do passado são realmente úteis diante da Queda de Trípoli e diante do vácuo a ser deixado pelo governo de Kadhafi.</p>
<p>Noventa e três anos depois dos dilemas de &#8216;peacebuilding&#8217; em Damasco, me deparei hoje com a seguinte reportagem de Martin Fletcher para o <em>The Times</em> britânico. Em determinado trecho*, ele comenta que:</p>
<p style="padding-left:60px;"><em>A cidade está em terrível estado. Quase não há combustível. Lixo acumula-se em todos os lugares. Eletricidade e serviços de telefonia são espasmódicos na melhor das hipóteses. Quase todas as lojas estão fechadas. Quase não há comida fresca e leite. Às pessoas lhes sobram pouco dinheiro uma vez que os bancos estão fechados. Os hospitais estão em falta de remédios e estão apelando por doadores de sangue; doutores e enfermeiras acham difícil chegar ao trabalho pela falta de transporte. Não há televisão ou rádio líbias. Muitas estradas estão fechadas. Todos os taxis de Trípoli sumiram e as ruas estão empilhadas com detritos da batalha. (*traduzido livremente para o português) </em></p>
<p>Com a ameaça de uma crise humanitária, de abastecimento e de serviços essenciais, o cenário posterior à vitória dos rebeldes líbios contra Kadhafi é sombrio. A escalada do caos na capital do país pode facilmente levar à dificuldade de manter a coesão do Conselho Nacional de Transição Líbio (CNT). Como prova o exemplo do Iraque de 2003, a não retomada da segurança e dos serviços públicos foi um erro crasso que minou as perspectivas de estabilidade, de governança e, quiçá, de um ensaio de democracia no local.</p>
<p>De acordo com as recentes declarações à imprensa por David Cameron, Primeiro-Ministro do Reino Unido, já haveria um mapeamento das prioridades e planos de contingência para a retomada dos serviços essenciais à população local. O apoio tático e o assessoramento técnico por parte da OTAN será, certamente, essencial para acelerar esse processo. Seria fruto das péssimas lembranças do Iraque? Será que as lições históricas dos mesmos britânicos nos esforços de &#8216;peacebuilding&#8217; podem ajudar (ou atrapalhar)? E seriam úteis os alertas de T.E. Lawrence sobre Damasco e o eterno problema do faccionismo tribal entre os rebeldes árabes?</p>
<p>Independentemente das críticas quanto aos incentivos ocidentais na Guerra da Líbia, nada pode eclipsar a vitória e o alívio real que boa parte da população líbia conquistou após décadas do regime de Kadhafi (afinal, o seu despotismo visível começou dois meses depois que Neil Armstrong pisou na Lua). A construção da democracia é uma penosa edificação que necessita alicerces sociais profundos, um terreno político estável e um intenso trabalho de verticalização econômica. A Queda de Trípoli permite essa oportunidade aos líbios, mas não é garantia de sucesso. Pelo contrário, a transição tecnocrática precisa ser a mais rápida possível para reconquistar a estabilidade e diminuir o impacto humanitário sobre a população. Tão logo, será também necessário o delicado processo de legitimação de um novo governo que possa ser minimamente representativo junto à miríade de tribos líbias.</p>
<p>A História não se repete; mas ensina. A Damasco de T.E. Lawrence tem incríveis ressonâncias que rasgam as décadas até chegar aos tempos em que assistimos à Queda de Trípoli de Kadhafi. Vejamos se os britânicos, ao lado dos aliados da OTAN, podem ajudar nesse penoso processo em que viverá a população líbia.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Por fim, eis aqui um fascinante trecho de &#8220;<strong>Os Sete Pilares da Sabedoria</strong>&#8221; (Livro CXX), de T.E. Lawrence, sobre a Queda de Damasco (traduzido livremente ao português):</p>
<p style="padding-left:60px;"><em>Passamos a trabalhar. Nosso objetivo era um governo árabe, com grandes fundações e nativo suficiente para empregar o entusiasmo e auto-sacrifício da rebelião, traduzidos em termos de paz. Tínhamos que salvar alguns da velha personalidade profética e transportar noventa por cento da população que tinha sido sólida para se rebelar e, em cuja solidez, o novo Estado deve repousar.</em></p>
<p style="padding-left:60px;"><em><strong>Rebeldes, especialmente rebeldes bem sucedidos, são necessariamente péssimos súditos e governadores ainda piores.</strong> O dever penoso de Faisal seria livrar-se dos seus companheiros de guerra e substituí-los por aqueles elementos que tinham sido mais úteis para o Governo Turco de outrora. (&#8230;)</em></p>
<p style="padding-left:60px;"><em>Rapidamente, eles compuseram o núcleo de uma equipe, e mergulhou em frente como um só time. <strong>A História nos contara que esses passos são monótonos: nomeações, escritórios e rotina do departamento</strong>. Primeiro a polícia. Um comandante e os assistentes foram escolhidos: os distritos distribuídos: salários provisórios, uniforme, responsabilidades. A máquina começava a funcionar. Então veio uma queixa de abastecimento de água. O canal estava cheio de homens e animais mortos. Um inspetor, com sua equipe de trabalho, resolveu isto. Regulamentos de emergência foram elaborados.</em></p>
<p style="padding-left:60px;"><em>O dia estava chegando ao fim, o mundo estava nas ruas: amotinados. Nós escolhemos um engenheiro para dirigir a casa de força, acusando-o de todas as dores para iluminar a cidade naquela noite. A retomada da iluminação pública seria a nossa prova mais cabal de paz. Assim foi feito, e ao seu silêncio brilhante pertencia o fim da primeira noite da vitória: embora a nossa nova polícia fosse zelosa e os xeiques de muitos lugares ajudassem na patrulha.</em></p>
<p style="padding-left:60px;"><em>Então, saneamento. As ruas estavam cheias de destroços do Exército que partira, carroças e carros abandonados, bagagem, material, cadáveres. Tifo, disenteria e pelagra eram abundantes entre os turcos, e os que sofreram tinham morrido em cada sombra ao longo da linha de marcha. Nuri havia convocado grupos para fazer uma primeira limpeza das estradas e dos lugares abertos pestilentos, além de racionar seus médicos entres os hospitais, com promessas de remédios e alimento para o dia seguinte, casos estes fossem encontrados.</em></p>
<p style="padding-left:60px;"><em>Em seguida, uma brigada de incêndio. Os motores locais tinham sido esmagados pelos alemães e os armazéns do Exército ainda queimavam, colocando em risco a cidade. Imploravam por mecânicos e homens treinados, apressadamente colocados em serviço, foram enviados para circunscrever as chamas. Em seguida, as prisões. Guardas e reclusos tinham desaparecido juntos.  Shukri fez disso uma virtude por meio de anistias: civis, políticas e militares. <strong>Os cidadãos devem ser desarmados – ou pelo menos dissuadidos de portar rifles. </strong>(&#8230;)</em></p>
<p style="padding-left:60px;"><em>A alimentação de rotina do lugar necessitava uma estrada de ferro. Motoristas, bombeiros, vendedores, uma equipe de trânsito tiveram que ser encontrados e reengajados imediatamente. Em seguida, os telégrafos: a equipe júnior estava disponível, mas diretores tinham que ser encontrados e técnicos tinha que ser enviados para reparar o sistema. Os correios podiam esperar um dia ou dois: mas correspondências para nós mesmos e para os britânicos ali eram urgentes, assim como a retomada do comércio, a abertura das lojas, e sua existência de mercados corolários, além de um câmbio monetário aceitável.</em></p>
<p style="padding-left:60px;"><em><strong>Nosso objetivo era uma fachada, em vez de um edifício mobiliado. </strong>Ele foi executado furiosamente bem que, quando eu saí de Damasco em outubro, os Sírios tinham seu governo DE FACTO, que durou dois anos, sem aconselhamento externo, em um país ocupado arrasado pela guerra e contra a vontade de figuras importantes entre os Aliados. (&#8230;)</em></p>
<p style="padding-left:60px;"><em>Mais tarde, eu estava sentado sozinho no meu quarto, trabalhando e pensando firmemente enquanto as memórias turbulentas do dia permitiam, quando o Muedhins começaram a enviar seu apelo da última oração durante a noite úmida sob a iluminação da cidade festejante. Um deles, com uma doçura especial na voz, gritou na minha janela a partir de uma mesquita próxima. Encontrei-me involuntariamente a distinguir suas palavras: &#8220;Só Deus é grande: Eu testemunho que não há outros deuses, mas Deus, e Maomé o seu Profeta. Venha à oração: venha à segurança. Só Deus é grande: não há outro deus &#8211; mas Deus”.</em></p>
<p style="padding-left:60px;"><em><strong>O clamor penetrava, ao tempo em que todos pareciam obedecer a chamada para oração nesta primeira noite de perfeita liberdade</strong>. Enquanto, a minha fantasia, em uma pausa esmagadora, mostrou-me a minha solidão e a falta de razão no movimento deles: <strong>uma vez que, só para mim, de todos os ouvintes, era um evento triste e a frase sem sentido.</strong></em></p>
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		<title>Primavera ou Outono? Privação Relativa no Século XXI</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 21:05:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Painel Internacional</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Desenvolvimento Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Primavera ou Outono?! Alguns pensamentos aleatórios sobre as revoltas da atualidade e sobre seus elementos em comum. (por R. Penna) Tedd Gurr escreveu, em 1970, um livro que rapidamente tornar-se-ia um clássico das ciências sociais: &#8221;Why Men Rebel&#8221;. Ao tentar explicar por que os homens se rebelam em determinados contextos, Gurr desdobrou o conceito de Privação Relativa aplicado às revoltas, levantes e revoluções ao longo da história. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1299&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Primavera ou Outono?!</h2>
<h3>Alguns pensamentos aleatórios sobre as revoltas da atualidade e sobre seus elementos em comum.</h3>
<h4>(por R. Penna)</h4>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1301" style="border:black 1px solid;" title="povertytech" src="http://painelinternacional.files.wordpress.com/2011/08/povertytech.jpg?w=248&#038;h=219" alt="" width="248" height="219" />Tedd Gurr escreveu, em 1970, um livro que rapidamente tornar-se-ia um clássico das ciências sociais: &#8221;Why Men Rebel&#8221;. Ao tentar explicar por que os homens se rebelam em determinados contextos, Gurr desdobrou o conceito de <strong>Privação Relativa</strong> aplicado às revoltas, levantes e revoluções ao longo da história.</p>
<p>Em resumo, tal conceito pressupõe que a revolta do ser humano &#8212; pelo menos no que diz respeito à sua condição material &#8212; não advém da simples tensão entre o &#8220;ter&#8221; e o &#8220;não ter&#8221;. Pelo contrário, a explicação seria mais sutil e subjetiva. A verdadeira revolta advém da tensão gerada entre o &#8220;ter&#8221; e a expectativa do que se &#8220;pode ter&#8221;, isto é, de uma noção relativa sobre o suposto &#8220;direito de ter&#8221;. A palavra-chave é EXPECTATIVA e ela existe, essencialmente, na mente humana e na comparação que esta faz vis-à-vis o seu meio.  </p>
<p>Obviamente, Privação Relativa não foi nenhuma descoberta em si por parte de Ted Gurr. Marx, Trotsky e outros pensadores também percebiam a dimensão psicosocial como a chave para explicar a insatisfação endêmica de uma coletividade humana até o limiar de sua decisão pela violência aberta. Marx, por exemplo, escreveu em &#8220;Trabalho Assalariado e Capital&#8221;:</p>
<p style="padding-left:60px;"><em>&#8220;Seja a casa pequena ou grande, desde que as casas dos arredores não sejam maiores, ninguém reclama das novas construções. Mas, se entre as casinhas, um palácio vem a se erigir, não haverá mais nos arredores senão miseráveis choupanas&#8221;. </em></p>
<p>Toda essa introdução, de tom mais acadêmico, vem em boa hora à medida que a multiplicação de revoltas pelo mundo &#8212; de Tunis a Damasco, de Madrid a Londres &#8212; desafiam as análises dos mais rigorosos cientistas sociais. E, antes que me atirem pedras por pronunciar alguns palpites sobre essa questão, saibam que eu sou a primeira pessoa a não querer pasteurizar realidades tão complexas, em países tão distintos e com pressupostos históricos tão divergentes entre si. Afinal, uma &#8221;Teoria do Tudo&#8221; sempre tende a superficializar o campo de análise e a nos tornar míopes em nossa observação.</p>
<p>No entanto, ao invés de concluir que os vários sintomas ao redor do mundo são equivalentes (o que definitivamente não são!), seria melhor propor que todos os sintomas partem de uma patologia semelhante ou, até mesmo, de &#8221;mínimo denominador comum&#8221;. Seria a partir de um mesmo fenômeno sistêmico que, daí sim, ocorreriam desdobramentos particulares à luz dos contextos sociais de cada país.  À primeira vista, parece inocência intelectual o esforço de conectar as manifestações do Cairo às manifestações de Londres. Afinal, os contextos políticos inglês e egípcio são muito distintos, bem como o perfil especifico dos participantes nas revoltas. Como ligar a aclamada Primavera Árabe aos crimes oportunísticos em Tottenham? Apesar dos contrastes visíveis entre os fenômenos, proponho que ambas sejam ligadas entre si pelo problema da EXPECTATIVA gerada pela atual geração e do seu sentimento de Privação Relativa.  </p>
<p>A promessa feita à geração nascida nos anos 80 e 90 foi de que a educação seria a chave miraculosa para alcançar empregos de alta-qualificação e, ainda mais importante, para satisfazer hábitos de consumo cada vez mais virtiginosos. O veículo para tanto seria o esforço de estudar em uma boa escola, de cursar e conseguir pagar uma faculdade (muitas vezes pela primeira vez na história de toda uma família) e, para uma parcela crescente dos jovens dessa geração, de ainda se submeter a uma pós-graduação ou além para tornar-se realmente competitivo no mercado.</p>
<p>Para essa geração, não há dúvidas de que a vida é, de fato, uma dura e longa maratona. No entanto, diante do império dos valores igualitaristas de nossa época, a ilusão é de que haveria prêmios para todos os colocados. Bastaria o esforço, a conquista individual. No entanto, ao passo em que essa geração superou esses obstáculos educacionais, o objetivo profissional e de vida que tinham em mente não se concretizou para todos. Se segmentarmos o nível de desemprego juvenil na maioria desses países (do Maghreb aos EUA, da Espanha ao Reino Unido), podemos ver índices espetaculares que chegam à casa dos 40-50%. Já entre os que estão empregados, muitos estão em condições de emprego precárias, altamente voláteis e com ganhos pífios diante de um inflação galopante. A sensação é a de que o futuro prometido lhes foi &#8216;roubado&#8217;, uma vez que a expectativa do que poderiam &#8220;ter&#8221; superou a capacidade de absorção do mercado de trabalho, da qualidade dos empregos e, sobretudo, da satisfação de um perfil de consumo hipertrofiado.</p>
<p>Um exemplo peculiar foi a revolta na Tunísia, ponto de partida da suposta Primavera Árabe. Uma análise brilhante de Amir Tahiri, publicada no jornal The Times em janeiro deste ano (<a href="http://www.thetimes.co.uk/tto/opinion/columnists/article2877966.ece" target="_blank">Clique Aqui!</a> para acessar o artigo), explorou a tensão problemática entre expectativas e realidade. A Tunísia tinha a maior quantidade de graduados entre os 21 países do mundo árabe, com uma economia que crescia a taxas próximas a 10% na década de 1990. No entanto, uma conjunção de forças tais como a competição manufatureira com outros países, declínio do emprego qualificado e limitações na alternativa migratória, relegou a geração dos anos 80 a 90 à margem da economia formal. Acrescente a essa equação social alguns fatores tais quais corrupção endêmica, falta de liberdade de expressão e representatividade política pífia. O resultado é a sensação de se ter chegado a um beco sem saída em suas perspectivas profissionais e pessoais, a partir do qual somente a radicalização pela violência aberta parece ser a válvula para uma mudança de realidade.</p>
<p>Não há dúvida de que o papel da internet, dos celulares e das redes sociais é cada vez mais importante nessa conjuntura. No entanto, a tecnologia não deve ser vista como um fator causal e, sim, como um catalizador que coagula indivíduos entre si para gerar uma massa significativa, móvel e articulada (mesmo quando não há uma orientação política clara e unificada entre os seus membros).</p>
<p>A diferença de outras eras está na metodologia usada para mobilizar um grupo social e, sobretudo, em sua dimensão tática. Afinal, não é mais necessário que o fluxo de informação passe pelos nódulos tradicionais monopolizados pelo Estado ou por corporações privadas (isto é, agências de notícia, imprensa, televisão, rádio etc). O fato deste blog existir e servir de plataforma de comunicação direta entre indivíduos, sem intermediários, prova precisamente essa nova realidade. A informação pós-moderna se tornou efetivamente celularizada em cada indivíduo que, por sua vez, é distribuído em um campo hiperconectado de imagens e mensagens intercambiadas em tempo-real. Símbolos, idéias e expectativas são difundidas com essa mesma velocidade. Justamente isso que surpreende e aterrorisa as autoridades públicas tradicionais que precisam encontrar táticas mais flexíveis para fazer face à fluidez das informações pelas redes sociais. Essa novidade em termos táticos é a que tem tornado tão difícil o combate às revoltas nos subúrbios ingleses (os grupos juvenis se mobilizam, se dispersam e se realocam com uma velocidade vastamente superior à velocidade das tropas de choque).</p>
<p>Em meio ao ambiente de expectativas crescentes, de condições decrescentes e da uma impressão de que o apocalipse financeiro está cada vez mais próximo, a atmosfera torna-se cada vez mais inflamável. Basta um Mohamed Bouazizi para a juventude insatisfeita da Tunísia, ou um assassinato para a &#8216;racaille&#8217; encapuzada de Londres, para que o tecido social e as instituições políticas entrem em rápida combustão. Na base de tudo estaria a tensão insustentável entre expectativas e condições de toda uma geração, isto é, o sentimento relativo de privação e de falta de acesso ao futuro prometido e idealizado.</p>
<p>Diante dessas condições, o retrato otimista e primaveril do começo de 2011 à luz das revoltas no mundo árabe ganha tons mais sombrios ao nos depararmos com o que a história poderá chamar, quiçá no futuro, de um melancólico e decadente Outono Europeu.</p>
<p>P.S. Por uma feliz coincidência, um querido amigo compartilhou comigo uma coluna do Thomas Friedman publicada hoje no New York Times. Com o título &#8220;A Theory of Everything (Sort of)&#8221; é sugestivo e também tenta achar alguma explicação transversal ao acontecimentos testemunhados nos últimos meses. Existem algumas semelhanças com algumas de minhas conclusões, mas aproveito para divulgá-lo para ampliar o debate sobre o tema (<a href="http://www.nytimes.com/2011/08/14/opinion/sunday/Friedman-a-theory-of-everyting-sort-of.html" target="_blank">Clique Aqui! </a>para acessar o artigo).</p>
<br />Filed under: <a href='http://painelinternacional.com/category/politica-internacional/conflitos-domesticos/'>Conflitos Domésticos</a>, <a href='http://painelinternacional.com/category/desenvolvimento-internacional/'>Desenvolvimento Internacional</a>, <a href='http://painelinternacional.com/category/economia-internacional/'>Economia Internacional</a>, <a href='http://painelinternacional.com/category/politica-internacional/'>Política Internacional</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/painelinternacional.wordpress.com/1299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/painelinternacional.wordpress.com/1299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/painelinternacional.wordpress.com/1299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/painelinternacional.wordpress.com/1299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/painelinternacional.wordpress.com/1299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/painelinternacional.wordpress.com/1299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/painelinternacional.wordpress.com/1299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/painelinternacional.wordpress.com/1299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/painelinternacional.wordpress.com/1299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/painelinternacional.wordpress.com/1299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/painelinternacional.wordpress.com/1299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/painelinternacional.wordpress.com/1299/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/painelinternacional.wordpress.com/1299/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/painelinternacional.wordpress.com/1299/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1299&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>El País: Ollanta Humala, o Lula Peruano</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 20:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Painel Internacional</dc:creator>
				<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>

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		<description><![CDATA[El País analisa: &#8220;Ollanta Humala, o Lula Peruano&#8221; O novo presidente peruano, Ollanta Humala, tomou posse ontem, 27 de julho. Diante das expectativas geradas sobre a intensidade da orientação à la gauche de seu novo governo, o jornal espanhol El País converge com analistas brasileiros ao sugerir que Humala seria mais próximo a um Lula peruano, e não a um Chávez. Afinal de contas, as reformas liberalizantes da última década [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1266&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>El País analisa: &#8220;Ollanta Humala, o Lula Peruano&#8221;</h2>
<h4>O novo presidente peruano, Ollanta Humala, tomou posse ontem, 27 de julho. Diante das expectativas geradas sobre a intensidade da orientação <em>à la gauche</em> de seu novo governo, o jornal espanhol El País converge com analistas brasileiros ao sugerir que Humala seria mais próximo a um Lula peruano, e não a um Chávez. Afinal de contas, as reformas liberalizantes da última década estiveram por trás dos altos índices de crescimento econômico e do forte apoio populacional ao modelo.  </h4>
<p>Fonte: El País (traduza o artigo abaixo usando o <a href="http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&amp;sl=es&amp;tl=pt&amp;u=http%3A%2F%2Fpainelinternacional.com%2F" target="_blank">Google Translator</a>)</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1268" style="border:black 1px solid;" title="ollanta" src="http://painelinternacional.files.wordpress.com/2011/07/ollanta.jpg?w=250&#038;h=166" alt="" width="250" height="166" />Los analistas políticos brasileños consideran que el presidente peruano Ollanta Humala ha elegido ser el &#8221;Lula andino&#8221;, como ha escrito Patricia Campos en <em>Folha de São Paulo</em>. Nadie duda de que Humala ha hecho su elección: ha preferido el camino seguido por Lula en Brasil al de su homólogo venezolano, Hugo Chávez.</p>
<p>Brasil tiene los ojos puestos en cada ficha de ajedrez que mueve Humala para observar si sus afirmaciones de que pretende seguir la trayectoria del expresidente brasileño son reales o fueron solo un subterfugio para ganar las elecciones peruanas, el pasado 5 de junio.</p>
<p>Sin embargo, ya casi nadie se atreve a calificar al presidente peruano de &#8220;lobo con piel de cordero&#8221;. El lobo escondido en él sería Chávez y la piel de cordero con la que se habría cubierto sería la de Lula. Por otra parte, existe, incluso, cierto orgullo de que el nuevo mandatario de un país clave en América como es Perú, haya preferido convertirse, como se convirtió el curtido sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva, que tuvo que postularse cuatro veces a las presidenciales hasta conquistar el poder y que lo hizo, como Humala, cuando escogió seguir no los caminos de la revolución económica sino la neoliberal, heredada de su antecesor el sociólogo Fernando Henrique Cardoso, e incluso optó por colocar a hombres suyos, moderados, al frente de Economía y del Banco Central.</p>
<p>Las primeras actuaciones de Humala confirman que ha abrazado el &#8221;lulismo&#8221; en lugar del &#8221;chavismo&#8221;. Hoy se recuerdan las palabras que pronunció: &#8220;Reconocemos que existe un proceso exitoso en Brasil que promete crecimiento económico e inclusión social con respeto por el equilibrio macroeconómico&#8221;, que fue la fórmula mágica que usó Lula para hacer crecer económicamente a Brasil, llevar a cerca de 40 millones de pobres a formar parte de la clase media y pasar casi inmune por la gran crisis económica mundial que comenzó en 2008.</p>
<p>El hecho de que también Humala escogiera el instrumento del &#8221;Compromiso con los peruanos&#8221;, casi una copia de la &#8220;Carta a los brasileños&#8221; que firmó Lula en su campaña electoral en junio de 2002, en la que garantizaba que no habría ruptura de contratos, y con la que el exsindicalista espantó definitivamente los fantasmas que aún pesaban sobre él cuando fue elegido, confirma a los brasileños que Perú no va a ser una nueva Venezuela sino más bien un nuevo Brasil.</p>
<p>Los únicos miedos que algunos analistas, como Clovis Rossi, han apuntado, son que la victoria de Humala no fue tan contundente en Perú como la de Lula en Brasil y que Humala no tiene detrás la fuerza de un movimiento político como el Partido de los Trabajadores (PT), íntimamente ligado con todas las fuerzas sociales más progresistas, sin el cual y sin las cuales, Lula nunca habría sido elegido presidente de la República. Sin embargo, se apunta que Humala podría ser incluso &#8220;más cauto que Lula&#8221; precisamente porque no tiene detrás la fuerza popular que tenía el presidente brasileño.</p>
<p>En Brasil tranquilizan también las afirmaciones de los observadores norteamericanos y europeos que ya no dudan de que Humala está en proceso de profunda evolución y que &#8220;se mueve en la órbita del pragmatismo&#8221;, como ha afirmado <em>The New York Times</em>. Fue el pragmatismo -que a veces chocó con las franjas más radicales de su partido- lo que caracterizó los ocho años del Gobierno de Lula y que siguen siendo visibles en el de su sucesora Dilma Rousseff, cada día más comprometida en su guerra contra la corrupción de lo que nunca estuvo el propio Lula.</p>
<p>Si Brasil pudiera dar un consejo a Humala sería que fuera capaz de realizar las grandes reformas, política y fiscal, que Lula no consiguió por la compleja configuración de la política partidaria brasileña, poco ideologizada y que se mueve con el motor de las prebendas concedidas por el Gobierno a sus respectivos partidos (lo que explica a veces la corrupción) más que a favor de un gran programa político nacional.</p>
<p>(Leia a íntegra do Artigo diretamente no site do <a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Ollanta/Humala/Lula/peruano/elpepuint/20110727elpepuint_8/Tes" target="_blank">El País</a>)</p>
<br />Filed under: <a href='http://painelinternacional.com/category/america-latina/'>América Latina</a>, <a href='http://painelinternacional.com/category/diplomacia/'>Diplomacia</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/painelinternacional.wordpress.com/1266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/painelinternacional.wordpress.com/1266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/painelinternacional.wordpress.com/1266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/painelinternacional.wordpress.com/1266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/painelinternacional.wordpress.com/1266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/painelinternacional.wordpress.com/1266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/painelinternacional.wordpress.com/1266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/painelinternacional.wordpress.com/1266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/painelinternacional.wordpress.com/1266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/painelinternacional.wordpress.com/1266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/painelinternacional.wordpress.com/1266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/painelinternacional.wordpress.com/1266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/painelinternacional.wordpress.com/1266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/painelinternacional.wordpress.com/1266/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1266&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Migração: Cartilha de Orientação Jurídica a Brasileiros no Exterior</title>
		<link>http://painelinternacional.com/2011/07/04/migracao-cartilha-de-orientacao-juridica-a-brasileiros-no-exterior/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 17:31:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Painel Internacional</dc:creator>
				<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[Política Externa Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Ministério das Relações Exteriores e Defensoria Pública da União lançam cartilha de orientação jurídica a brasileiros no exterior. Diante da substanciosa comunidade de brasileiros vivendo no exterior (~2 milhões de cidadãos), a demanda jurídica é igualmente volumosa. No entanto, para muitos, percebe-se carência de informações precisas sobre direitos e procedimentos legais. Para orientar os brasileiros, sobretudo aqueles com hipossuficiência econômica [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1225&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Ministério das Relações Exteriores e Defensoria Pública da União lançam cartilha de orientação jurídica a brasileiros no exterior.</h3>
<h4>Diante da substanciosa comunidade de brasileiros vivendo no exterior (~2 milhões de cidadãos), a demanda jurídica é igualmente volumosa. No entanto, para muitos, percebe-se carência de informações precisas sobre direitos e procedimentos legais. Para orientar os brasileiros, sobretudo aqueles com hipossuficiência econômica declarada, o MRE e a DPU lançam importante iniciativa com a publicação de uma cartilha explicativa.</h4>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8230;</span></p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-1228" style="border:black 1px solid;" title="migr" src="http://painelinternacional.files.wordpress.com/2011/07/migr.jpg?w=300&#038;h=214" alt="" width="300" height="214" />No último 29 de junho, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e a Defensoria Pública da União (DPU) lançaram a <em>Cartilha de Orientação Jurídica a Brasileiros no Exterior</em> com a intenção de esclarecer dúvidas frequentes de brasileiros residentes no exterior quanto aos procedimentos necessários para resolver demandas jurídicas no Brasil. Entre as demandas mais frequentes, encontram-se a legalização e tradução de documentos, homologação de sentenças estrangeiras (sendo divórcio a demanda mais volumosa), além de benefícios previdenciários. O guia é mais um importante marco da política de ampliar e garantir o apoio das instituições públicas brasileiras aos cidadãos residentes no exterior.</p>
<p><a href="http://painelinternacional.files.wordpress.com/2011/07/cartilha-orientac3a7c3a3o-jurc3addica-a-brasileiros-no-exterior1.pdf" target="_blank">CLIQUE AQUI! </a>para baixar a íntegra da Cartilha em PDF.</p>
<p>(Aproveitando o tema deste post, é importante conectar a cartilha do MRE/DPU com uma outra: a <strong>Cartilha &#8216;Brasileiros e Brasileiras no Exterior&#8217;</strong>  &#8211; <a href="http://painelinternacional.files.wordpress.com/2011/07/cartilha-brasileiros-e-brasileiras-no-exterior.pdf" target="_blank">baixe aqui</a> - lançada por meio da parceria entre o Ministério do Trabalho e Emprego, a Organização Internacional do Trabalho e demais instituições públicas. Essa publicação contém um detalhamento maior sobre os direitos e deveres de trabalhadores brasileiros que estejam no exterior).</p>
<br />Filed under: <a href='http://painelinternacional.com/category/america-latina/'>América Latina</a>, <a href='http://painelinternacional.com/category/desenvolvimento-internacional/'>Desenvolvimento Internacional</a>, <a href='http://painelinternacional.com/category/diplomacia/'>Diplomacia</a>, <a href='http://painelinternacional.com/category/politica-externa-brasileira/'>Política Externa Brasileira</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/painelinternacional.wordpress.com/1225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/painelinternacional.wordpress.com/1225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/painelinternacional.wordpress.com/1225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/painelinternacional.wordpress.com/1225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/painelinternacional.wordpress.com/1225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/painelinternacional.wordpress.com/1225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/painelinternacional.wordpress.com/1225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/painelinternacional.wordpress.com/1225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/painelinternacional.wordpress.com/1225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/painelinternacional.wordpress.com/1225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/painelinternacional.wordpress.com/1225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/painelinternacional.wordpress.com/1225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/painelinternacional.wordpress.com/1225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/painelinternacional.wordpress.com/1225/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1225&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Pós-graduação UCB: América do Sul</title>
		<link>http://painelinternacional.com/2011/06/28/pos-graduacao-ucb-america-do-sul/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 13:38:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Painel Internacional</dc:creator>
				<category><![CDATA[América Latina]]></category>

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		<description><![CDATA[Pós-graduação em  &#8217;Relações Internacionais e Diplomáticas da América do Sul da Universidade Católica de Brasília&#8217; (UCB) Encerram-se no próximo dia 30/06/11 as inscrições para a Pós-Graduação lato sensu em Relações Internacionais e Diplomáticas da América do Sul da Universidade Católica de Brasília (UCB). O curso propõe-se a capacitar profissionais com amplo conhecimento sobre política internacional sul-americana e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1214&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Pós-graduação em  &#8217;Relações Internacionais e Diplomáticas da América do Sul da Universidade Católica de Brasília&#8217; (UCB)</h3>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1216" title="UCB" src="http://painelinternacional.files.wordpress.com/2011/06/ucb.gif?w=400&#038;h=83" alt="" width="400" height="83" /></p>
<p>Encerram-se no próximo dia <strong>30/06/11</strong> as inscrições para a Pós-Graduação lato sensu em <em>Relações Internacionais e Diplomáticas da América do Sul da Universidade Católica de Brasília</em> (UCB).</p>
<p>O curso propõe-se a capacitar profissionais com amplo conhecimento sobre política internacional sul-americana e a inserção internacional do Brasil. Atendendo às grandes demandas de instituições públicas nacionais, empresas privadas e Organismos Internacionais, visa formar profissionais para a análise dos principais processos políticos, econômicos e sociais que envolvem o Brasil e a região no mundo contemporâneo.</p>
<p>Reconhecendo a crescente importância da América do Sul na realidade internacional e na política exterior do Brasil, o curso oferece o instrumental necessário para a compreensão do novo papel do país e da região na ordem internacional contemporânea, preenchendo uma lacuna ainda existente no campo da interpretação da cena internacional contemporânea.</p>
<p>Os potenciais candidatos deverão ter curso superior completo reconhecido no Brasil e interesse em atuar na análise das relações internacionais do Brasil e da região, em instituições públicas nacionais, empresas privadas e Organismos Internacionais (como o Mercosul e a Organização dos Estados Americanos).</p>
<p>Mais informações podem ser conseguidas no <a href="http://www.ucb.br/Cursos/112RelacoesInternacionaisEDiplomaticasDaAmericaDoSul/" target="_blank">site da UCB</a> , no link para pós-graduação &gt; lato sensu &gt; relações internacionais; na secretaria da pós-graduação, pelos telefones (61) 3448 7140 ou 3448 7256; ou pelo e-mail <a href="mailto:romero@ucb.br">romero@ucb.br</a>.</p>
<br />Filed under: <a href='http://painelinternacional.com/category/america-latina/'>América Latina</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/painelinternacional.wordpress.com/1214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/painelinternacional.wordpress.com/1214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/painelinternacional.wordpress.com/1214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/painelinternacional.wordpress.com/1214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/painelinternacional.wordpress.com/1214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/painelinternacional.wordpress.com/1214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/painelinternacional.wordpress.com/1214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/painelinternacional.wordpress.com/1214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/painelinternacional.wordpress.com/1214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/painelinternacional.wordpress.com/1214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/painelinternacional.wordpress.com/1214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/painelinternacional.wordpress.com/1214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/painelinternacional.wordpress.com/1214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/painelinternacional.wordpress.com/1214/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1214&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">UCB</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>UNASUL: Doutrina de Defesa</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 19:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Painel Internacional</dc:creator>
				<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias de Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Integração Regional]]></category>
		<category><![CDATA[Política Externa Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Unasul terá doutrina de defesa independente dos Estados Unidos &#8230; A discussão em torno de uma doutrina de defesa para a América do Sul (a qual terá a UNASUL como plataforma decisória) promete aquecer o debate sobre segurança na região. Por um lado, é positivo que mecanismos de segurança coletiva ultrapassados no continente sejam revistos de modo construtivo em busca de algo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1201&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Unasul terá doutrina de defesa independente dos Estados Unidos</h2>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8230;</span></p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-1202" style="border:black 1px solid;" title="unasul2" src="http://painelinternacional.files.wordpress.com/2011/05/unasul2.jpg?w=300&#038;h=224" alt="" width="300" height="224" />A discussão em torno de uma doutrina de defesa para a América do Sul (a qual terá a UNASUL como plataforma decisória) promete aquecer o debate sobre segurança na região.</p>
<p>Por um lado, é positivo que mecanismos de segurança coletiva ultrapassados no continente sejam revistos de modo construtivo em busca de algo que atenda melhor aos objetivos dos países sulamericanos . O óbvio exemplo de um mecanismo que deve ser suprimido ao sul do Equador a partir dessa nova doutrina é o morto-vivo &#8216;TIAR &#8211; Tratado Interamericano de Assistência Recíproca&#8217;, o qual já teve sua credibilidade manchada pela história recente. Tem, ainda, a indissociável pecha de ser um mecanismo atendendo os interesses hegemônicos dos EUA no hemisfério ocidental. Uma nova doutrina de defesa para a América do Sul poderá atualizar o contexto geopolítico no qual se enquadrariam a segurança intraregional e, quiçá, futuros mecanismos de segurança coletiva envolvendo os 12 países de tão novo bloco.</p>
<p>Por outro lado, será um enorme desafio chegar a um consenso quanto a uma doutrina de defesa para uma região que, apesar de relativamente pacífica nas últimas décadas, é caracterizada por marcantes contrastes quanto às suas percepções de ameaça, estruturas militares, visões de mundo e interesses. Se o nascimento de doutrinas nacionais já são um parto a fórceps, como será a construção de uma doutrina harmonizada entre países tão diferentes em concepções de defesa como Colômbia e Venezuela, Chile e Peru? Obviamente, tal &#8216;harmonização&#8217; pressupõe &#8216;superficialidade&#8217;. A questão é quão superficial essa doutrina precisará ser para atender visões divergentes, sem comprometer, ao mesmo tempo, a sua real utilidade. Como toda a doutrina de defesa precisa de uma ameaça quintessencial, provavelmente só veremos convergência em torno dos recalques antiianques que polarizam (e contaminam) as visões de mundo da política sulamericana. Será interessante acompanhar e analisar como se desdobrarão esses debates.</p>
<p>Enfim, para alimentar a discussão, compartilho a notícia abaixo publicada na Folha.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<h4>Para a FOLHA: ALEJANDRO MÉNDEZ<br />
DA EFE, EM BUENOS AIRES</h4>
<p>A União de Nações Sul-Americanas (Unasul) confirmou nesta sexta-feira (27/05) a decisão de criar sua própria doutrina de Defesa, separada das dos Estados Unidos e outras potências, ao concluir em Buenos Aires uma conferência ministerial que inaugurou o Centro de Estudos Estratégicos do fórum político regional.<br />
 <br />
Na conferência, que contou com a presença dos ministros da Defesa de nove dos 12 países da Unasul, &#8220;ficou claro que todos concordam que o sistema de segurança da OEA [Organização dos Estados Americanos] está defasado&#8221;, ressaltou o anfitrião argentino, Arturo Puricelli, em entrevista coletiva.<br />
 <br />
É preciso &#8220;uma doutrina de Segurança e Defesa da América do Sul para a América do Sul&#8221;, declarou o ministro da Defesa brasileiro, Nelson Jobim, em referência à necessidade de criar &#8220;estruturas de dissuasão&#8221; para proteger a região.<br />
 <br />
Puricelli comentou que a Unasul aponta também &#8220;uma revisão&#8221; de &#8220;todas&#8221; as instituições de Defesa da OEA, como o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR).<br />
 <br />
&#8220;Queremos organizar uma conferência da OEA para adequar estes instrumentos, pois o sistema interamericano já não responde às necessidades sul-americanas&#8221;, disse o ministro argentino.<br />
 <br />
Durante a conferência de inauguração do Centro de Estudos Estratégicos da Defesa da Unasul, ministros e especialistas investiram direta e indiretamente contra as doutrinas de segurança dos Estados Unidos e as potências europeias e, coincidiram que o fim dos recursos naturais, o aumento da população, a mudança climática e a política de ações militares &#8220;extraterritoriais&#8221; dos EUA e seus aliados são algumas das &#8220;ameaças&#8221; sobre a América do Sul.<br />
 <br />
O grupo também mostrou suas diferenças sobre as diretrizes que deveria ter a doutrina de segurança e defesa dos &#8220;enormes recursos naturais&#8221; que possui América do Sul, &#8220;a região mais pacífica do mundo&#8221;, como destacou Jobim.<br />
 <br />
Entre outras &#8220;imensas riquezas&#8221;, América do Sul possui 25% das terras cultiváveis para agricultura, uma proporção similar de reservas de água potável e 40% da biodiversidade &#8220;que é preciso defender respeitando a soberania de cada um&#8221;, assinalou o ministro brasileiro.<br />
 <br />
Mas todos os ministros coincidiram que as divergências não impedirão os consensos, porque a Unasul &#8221;se demonstrou capaz&#8221; de &#8220;vencer momentos de maus entendidos e grandes discórdias&#8221; entre seus membros &#8220;em prol do bem comum&#8221;, como disse a secretária-geral, a ex-chanceler colombiana María Emma Mejía.</p>
<p>[Veja a íntegra do artigo diretamente no site da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/mundo/922055-unasul-tera-doutrina-de-defesa-independente-dos-estados-unidos.shtml" target="_blank">Folha</a>]</p>
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			<media:title type="html">unasul2</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Evento: 3o. Seminário Livro Branco de Defesa</title>
		<link>http://painelinternacional.com/2011/05/18/evento-3o-seminario-livro-branco-de-defesa/</link>
		<comments>http://painelinternacional.com/2011/05/18/evento-3o-seminario-livro-branco-de-defesa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 May 2011 13:05:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Painel Internacional</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégias de Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Política Externa Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[III Seminário sobre o Livro Branco da Defesa Nacional O Ambiente Estratégico para o Século XXI: &#8220;O Brasil no cenário regional de defesa e segurança&#8221; 2 de junho de 2011, Manaus Local: Manaus (Universidade Federal do Amazonas) MANHÃ: 8h00 às 9h00 – Credenciamento 9h00 às 9h15 – Abertura Solene 9h15 às 9h45 &#8211; A Política Exterior do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1192&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>III Seminário sobre o Livro Branco da Defesa Nacional</h2>
<h4>O Ambiente Estratégico para o Século XXI: &#8220;O Brasil no cenário regional de defesa e segurança&#8221;</h4>
<h4>2 de junho de 2011, Manaus</h4>
<p>Local: Manaus (Universidade Federal do Amazonas)</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><img class="size-full wp-image-1194 alignright" style="border:black 1px solid;" title="livro_branco_de_defesa" src="http://painelinternacional.files.wordpress.com/2011/05/livro_branco_de_defesa.jpg?w=172&#038;h=251" alt="" width="172" height="251" />MANHÃ:</span></p>
<p><strong>8h00 às 9h00</strong> – Credenciamento</p>
<p><strong>9h00 às 9h15</strong> – Abertura Solene</p>
<p><strong>9h15 às 9h45</strong> &#8211; A Política Exterior do Brasil para a América do Sul: políticas em curso, desafios e perspectivas.</p>
<p>Ministro Clemente de Lima Baena Soares – Ministério das Relações Exteriores – Diretor do Departamento da América do Sul II</p>
<p><strong>9h45 às 10h15</strong> &#8211; Segurança e defesa na América do Sul: UNASUL, Conselho de Defesa Sul-Americano e as iniciativas de cooperação no campo da defesa.</p>
<p>José Genoíno Neto – Assessor Especial do Ministro de Estado da Defesa- Ministério da Defesa</p>
<p>Ex Deputado Federal</p>
<p><strong>10h15 às 10h40</strong> – Coffee Break</p>
<p><strong>10h40 às 11h10</strong> &#8211; Sistemas de comando e controle e interoperabilidade no monitoramento da Faixa de Fronteira.</p>
<p>General-de- Divisão Celso José Tiago &#8211; Ministério da Defesa &#8211; Sub Chefia de Comando e Controle</p>
<p><strong>11h10 às 12h00</strong> – Debate</p>
<p><strong>12h00 às 14h00</strong> – Intervalo para o Almoço</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">TARDE:</span></p>
<p><strong>14h00 às 14h30</strong> – Segurança e defesa da Amazônia: Forças Armadas e as ameaças não-tradicionais.</p>
<p>General-de-Exército Luís Carlos Gomes Mattos – Exército Brasileiro &#8211; Comandante Militar da Amazônia</p>
<p><strong>14h30 às 15h00</strong> &#8211; A integração sul-americana na Amazônia: águas, energias e transportes.</p>
<p>Ex Deputado Federal Paulo Delgado</p>
<p><strong>15h00 às 15h30</strong> &#8211; A importância estratégica do mar para o Brasil no século XXI: o Atlântico Sul.</p>
<p>Contra-Almirante Reginaldo Gomes Garcia dos Reis – Marinha do Brasil &#8211; Chefe do Departamento de Ensino da Escola de Guerra Naval</p>
<p><strong>15h30 às 16h00</strong> – Coffee Break</p>
<p><strong>16h00 às 16h30</strong> &#8211; A cooperação nuclear entre Brasil e Argentina: um modelo regional de construção de confiança mútua.</p>
<p>Dr. Odilon Marcuzzo Canto – Secretário Adjunto da Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares &#8211; ABACC</p>
<p><strong>16h30 às 17h30</strong> &#8211; Debate e encerramento</p>
<p>Equipe Coordenadora do Livro Branco de Defesa Nacional</p>
<p>Ministério da Defesa &#8211; Assessoria de Planejamento Institucional</p>
<p>Esplanada dos Ministérios &#8211; Bloco “Q” &#8211; Sala 652 &#8211; 6º Andar</p>
<p>CEP 70049-900 &#8211; Brasília &#8211; DF</p>
<p>RITEx: 867-9060 &#8211; Fax: (61) 3312-9051</p>
<p>Telefone: (61) 3312-9017</p>
<p>E-mail:  <a href="mailto:livrobranco@defesa.gov.br">livrobranco@defesa.gov.br</a></p>
<p>Twitter: <a href="http://www.twitter.com/LBDefesa">www.twitter.com/LBDefesa</a></p>
<p>Site: <a href="http://livrobranco.defesa.gov.br/">http://livrobranco.defesa.gov.br</a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Nota do blog</span>: As inscrições para esse evento podem ser realizadas por meio do <a href="http://livrobranco.defesa.gov.br/" target="_blank">site exclusivo</a> do Livro Branco da Defesa Nacional. O site contém, ainda, maiores informações sobre a iniciativa, além de um espaço dedicado para pesquisadores sobre a política de defesa brasileira.</p>
<p><strong>Mas o que é, afinal, um Livro Branco de defesa??</strong></p>
<p>Conforme a lei que determina a implementação do Livro Branco, esse instrumento é um &#8221;<em>material de fundamental importância para um País e um documento-chave de política que oferece a visão do Governo à respeito da defesa. É um material público que descreve o contexto amplo da política estratégica para o planejamento da defesa com uma perspectiva de médio e longo prazo. (&#8230;) Destina-se a oferecer uma perspectiva suficiente para permitir um orçamento e o planejamento plurianual.</em></p>
<p><em>A preparação de um Livro Branco da Defesa é um exercício de democracia, onde o processo requer extensa cooperação entre civis e militares; consulta entre os líderes políticos, ministérios, promovendo desta forma uma ampla conscientização a respeito das funções e do valor das forças armadas. O produto final deste processo confere maior legitimidade democrática à política de defesa nacional.&#8221;</em></p>
<p>O seminário de Manaus é o terceiro de uma série de sete eventos em cada região do Brasil com palestrantes discutindo temas pertinentes ao Livro Branco de Defesa do Brasil. Os temas previstos seguem a seguir:</p>
<div>
<ol>
<li>1º Seminário: A sinergia entre a defesa e a sociedade – Março 2011 – Campo Grande – MS</li>
<li>2º Seminário: O ambiente estratégico para o século XXI – Abril 2011 – Porto Alegre &#8211; RS</li>
<li>3º Seminário: O ambiente estratégico para o século XXI – Junho 2011 – Manaus &#8211; AM</li>
<li>4º Seminário: A Defesa e o Instrumento Militar – Junho 2011 – Recife &#8211; PE</li>
<li>5º Seminário: Transformação da Defesa – Julho 2011 – Rio de Janeiro – RJ</li>
<li>6º Seminário: Transformação da Defesa e Financiamento da Defesa – Agosto 2011 – São Paulo &#8211; SP</li>
<li>7º Seminário: Encerramento dos trabalhos e lançamento do Livro Branco de Defesa Nacional – Novembro 2012 – Brasília</li>
</ol>
</div>
<br />Filed under: <a href='http://painelinternacional.com/category/estrategias-de-defesa/'>Estratégias de Defesa</a>, <a href='http://painelinternacional.com/category/eventos/'>Eventos</a>, <a href='http://painelinternacional.com/category/politica-externa-brasileira/'>Política Externa Brasileira</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/painelinternacional.wordpress.com/1192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/painelinternacional.wordpress.com/1192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/painelinternacional.wordpress.com/1192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/painelinternacional.wordpress.com/1192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/painelinternacional.wordpress.com/1192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/painelinternacional.wordpress.com/1192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/painelinternacional.wordpress.com/1192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/painelinternacional.wordpress.com/1192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/painelinternacional.wordpress.com/1192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/painelinternacional.wordpress.com/1192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/painelinternacional.wordpress.com/1192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/painelinternacional.wordpress.com/1192/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/painelinternacional.wordpress.com/1192/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/painelinternacional.wordpress.com/1192/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1192&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>

		<media:content url="http://painelinternacional.files.wordpress.com/2011/05/livro_branco_de_defesa.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">livro_branco_de_defesa</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O Ocidente e o Resto: Niall Ferguson na Chatham House</title>
		<link>http://painelinternacional.com/2011/05/11/o-ocidente-e-o-resto-niall-ferguson-na-chatham-house/</link>
		<comments>http://painelinternacional.com/2011/05/11/o-ocidente-e-o-resto-niall-ferguson-na-chatham-house/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 May 2011 20:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Painel Internacional</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ocidente e o resto: a mudança da balança de poder numa perspectiva histórica Niall Ferguson, da Universidade de Harvard, fala aos membros da Chatham House sobre a ascensão da China e as mudanças da balança de poder em relação ao Ocidente numa importante perspectiva histórica. A brilhante exposição afasta alguns mitos, além de esclarecer diferenças cruciais entre as [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1180&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>O Ocidente e o resto: a mudança da balança de poder numa perspectiva histórica</h2>
<h4>Niall Ferguson, da Universidade de Harvard, fala aos membros da Chatham House sobre a ascensão da China e as mudanças da balança de poder em relação ao Ocidente numa importante perspectiva histórica. A brilhante exposição afasta alguns mitos, além de esclarecer diferenças cruciais entre as duas civilizações nos últimos 600 anos e como tais diferenças devem refletir em suas realidades futuras.</h4>
<h4><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://painelinternacional.com/2011/05/11/o-ocidente-e-o-resto-niall-ferguson-na-chatham-house/"><img src="http://img.youtube.com/vi/AORm8Nvoud4/2.jpg" alt="" /></a></span></h4>
<p>A palestra está transcrita e pode ser acessada, <a href="http://www.chathamhouse.org.uk/files/19251_090511ferguson.pdf" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
<p>E eis o livro de Ferguson que inspirou a palestra:</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/Civilization-West-Rest-Niall-Ferguson/dp/1594203059/ref=sr_1_cc_2?ie=UTF8&amp;qid=1305144372&amp;sr=1-2-catcorr" target="_blank"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1185" title="The west and the rest" src="http://painelinternacional.files.wordpress.com/2011/05/the-west-and-the-rest.jpg?w=150&#038;h=150" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>[Veja a íntegra no site da <a href="http://chathamhouse.org.uk/events/view/-/id/1945/" target="_blank">Chatham House</a>]</p>
<br />Filed under: <a href='http://painelinternacional.com/category/politica-internacional/'>Política Internacional</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/painelinternacional.wordpress.com/1180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/painelinternacional.wordpress.com/1180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/painelinternacional.wordpress.com/1180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/painelinternacional.wordpress.com/1180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/painelinternacional.wordpress.com/1180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/painelinternacional.wordpress.com/1180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/painelinternacional.wordpress.com/1180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/painelinternacional.wordpress.com/1180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/painelinternacional.wordpress.com/1180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/painelinternacional.wordpress.com/1180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/painelinternacional.wordpress.com/1180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/painelinternacional.wordpress.com/1180/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/painelinternacional.wordpress.com/1180/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/painelinternacional.wordpress.com/1180/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1180&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">The west and the rest</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Evento: Terrorismo e Segurança Pós-Bin Laden</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 13:11:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Painel Internacional</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[II Conflitos em Debate: Terrorismo e Segurança Pós-Osama Bin Laden O Grupo de Análise de Prevenção de Conflitos – GAPCon convida a comunidade acadêmica, autoridades, estudantes e demais interessados a participarem do II Conflitos em Debate de 2011. Palestrantes: Dr. Virgílio Arraes – UnB Especialista em Política Externa dos Estados Unidos MSC. Marcos Degaut – Câmara [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1171&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>II Conflitos em Debate: Terrorismo e Segurança Pós-Osama Bin Laden</h2>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1172" style="border:black 1px solid;" title="binlad" src="http://painelinternacional.files.wordpress.com/2011/05/binlad.jpg?w=159&#038;h=135" alt="" width="159" height="135" />O Grupo de Análise de Prevenção de Conflitos – GAPCon convida a comunidade acadêmica, autoridades, estudantes e demais interessados a participarem do II Conflitos em Debate de 2011.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Palestrantes:</span><br />
<strong>Dr. Virgílio Arraes – UnB</strong><br />
Especialista em Política Externa dos Estados Unidos</p>
<p><strong>MSC. Marcos Degaut</strong> – Câmara Federal<br />
Especialista em Segurança Internacional</p>
<p><strong>Hussein Kalout</strong> – STJ<br />
Especialista em Oriente Médio</p>
<p><strong>MSC. Creomar de Souza</strong> – Ibmec/ DF<br />
Especialista em Política Externa dos Estados Unidos</p>
<p>Entrada Gratuita<br />
Data: <strong>11/05/2011 &#8211; Quarta-feira</strong><br />
Horário: <strong>18h</strong><br />
Local: Auditório Joaquim Nabuco – FA, UnB<br />
Para mais informações: <a href="mailto:gapconbsb@gmail.com">gapconbsb@gmail.com</a></p>
<br />Filed under: <a href='http://painelinternacional.com/category/eventos/'>Eventos</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/painelinternacional.wordpress.com/1171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/painelinternacional.wordpress.com/1171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/painelinternacional.wordpress.com/1171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/painelinternacional.wordpress.com/1171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/painelinternacional.wordpress.com/1171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/painelinternacional.wordpress.com/1171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/painelinternacional.wordpress.com/1171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/painelinternacional.wordpress.com/1171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/painelinternacional.wordpress.com/1171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/painelinternacional.wordpress.com/1171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/painelinternacional.wordpress.com/1171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/painelinternacional.wordpress.com/1171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/painelinternacional.wordpress.com/1171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/painelinternacional.wordpress.com/1171/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1171&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Brasil e Argentina: não tão distintos.</title>
		<link>http://painelinternacional.com/2011/05/03/brasil-e-argentina-nao-tao-distintos/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 17:46:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Painel Internacional</dc:creator>
				<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política Externa Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasil e Argentina: não tão distintos Recente análise de Mario Blejer e Eduardo Levy Yeyati, publicada no El País, compara os índices econômicos acumulados na última década entre Argentina e Brasil. Surpreendentemente, apesar do frenesi internacional e de todo o ufanismo em torno do Brasil emergente, a Argentina desempenhou índices paralelos de progresso. Se os critérios econométricos são equivalentes, a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=painelinternacional.com&amp;blog=13677357&amp;post=1150&amp;subd=painelinternacional&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2>Brasil e Argentina: não tão distintos</h2>
<h4>Recente análise de Mario Blejer e Eduardo Levy Yeyati, publicada no El País, compara os índices econômicos acumulados na última década entre Argentina e Brasil. Surpreendentemente, apesar do <em>frenesi </em>internacional e de todo o ufanismo em torno do Brasil emergente, a Argentina desempenhou índices paralelos de progresso. Se os critérios econométricos são equivalentes, a que se devem visões tão discrepantes atribuidas aos dois países? Qual papel têm a retórica doméstica, a projeção da política externa brasileira e o conceito amorfo das BRICs na determinação psicosocial dessas visões? Por que a história de sucesso do Brasil &#8220;colou&#8221;? Devemos refletir sobre essas perguntas ao ler o artigo compartilhado abaixo.</h4>
<p>Traduza este artigo utilizando o <a href="http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&amp;sl=es&amp;tl=pt&amp;u=http%3A%2F%2Fpainelinternacional.com%2F%3Fp%3D1126%26preview%3Dtrue" target="_blank">Google Translator</a>.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1152" style="border:black 1px solid;" title="brasilarg" src="http://painelinternacional.files.wordpress.com/2011/05/brasilarg.jpg?w=216&#038;h=222" alt="" width="216" height="222" />Las modas son fenómenos complejos. Afectadas por factores genuinos, son también altamente influenciables por los medios y la psicología social. Igual con los países, que se ponen de moda no solo por la calidad de sus políticas sino también por primeras impresiones, prejuicios y apariencias.</p>
<p>Tomemos, por ejemplo, el caso de Brasil. En 2003, la anticipación de una victoria de Lula precipitó una crisis financiera, alimentando un escepticismo que acompañó al país hasta mediados de la década, a pesar de un exitoso esfuerzo para reducir fragilidades financieras desendeudando y desdolarizando su economía. Hoy, tras aprobar con honores el examen de la crisis mundial, y apuntarse como sede de los Juegos Olímpicos y el Mundial de fútbol, Brasil es el país <em>fashion</em> de América Latina. El dato de que aún no haya probado ser capaz de crecer a tasas asiáticas sin generar inflación es solo una anécdota a los ojos de apologistas que a menudo lo miran en el espejo de China, su <em>partenaire</em> en el desparejo BRIC. De hecho, en su apogeo, Brasil sufre de un exceso de entusiasmo que atrae capital especulativo, dificultando el manejo macroeconómico.</p>
<p>Argentina no ha tenido esa suerte: con la excepción de un fugaz enamoramiento en los años noventa con su (a la postre, desastrosa) fijación al dólar, su reputación en el mercado parece inalterablemente degradada. La sólida recuperación del colapso de 2001 es atribuida, alternativamente, al rebote de la crisis, al auge de los bienes primarios, a los dividendos cortoplacistas de políticas miopes o a la buena suerte, sin conmover al imaginario internacional. La mera posibilidad de que algunas de las múltiples heterodoxias argentinas pueda haber sido adecuada dadas las circunstancias del país no recibe ni siquiera el beneficio de la duda.</p>
<p>Así, mientras Brasil es el protagonista de lo que <em>The Economist</em> llamó la década latinoamericana, Argentina (excluida del equipo de <em>The Economist)</em> hace banco con Venezuela o Ecuador. Pero ¿son los desempeños de Argentina y Brasil tan fundamentalmente distintos en la práctica?</p>
<p>Para empezar, el crecimiento registra un empate. Mientras el producto argentino cayó un 20% a finales de los años noventa para recuperarse fuerte en los 2000, lo de Brasil fue menos sinuoso. Pero el acumulado desde 1999 (el comienzo de la crisis argentina) hasta la fecha es exactamente un 53% en ambos casos. Dicho de otro modo, en la última década Argentina recuperó todo el terreno perdido con su crisis de fin de siglo.</p>
<p>Hay más. Según un reciente estudio de Brookings sobre la desigualdad en la región, la saludable mejora en la equidad en Brasil se debe, en partes iguales, al efecto del crecimiento económico sobre el empleo y los salarios, y a incrementos en los ingresos no laborales -específicamente la cobertura y beneficios del sistema previsional, y las transferencias del programa <em>Bolsa Familia-.</em> ¿Qué pasó en Argentina? Más o menos lo mismo. Si el componente laboral del ingreso fue crítico durante el rebote desde el pico de desempleo del 22% en 2002, los ingresos no laborales fueron decisivos a partir de entonces: el aumento de las pensiones mínimas y la moratoria previsional se sumaron a un plan de subsidio infantil para mejorar la situación de los hogares de menores recursos, compensando el efecto erosivo de una inflación en alza.</p>
<p>De este modo, ambos Gobiernos preservaron su base electoral asignando parte de los dividendos de la bonanza a la mejora de la calidad de vida de los sectores más pobres (una estrategia saludada en Brasil como progresismo racional, y vilipendiada en Argentina como oportunismo populista).</p>
<p>Y si Brasil evitó llenarse de deuda a pesar del <em>boom</em> de materias primas y la moda BRIC, en Argentina el alto costo de acceso al mercado de capitales obligó al país a un desendeudamiento acelerado, reduciendo la deuda con acreedores privados a un modesto 20% el PIB. ¿Qué decir de las diferencias en el &#8220;clima de negocios&#8221;? A pesar de una inyección masiva de inversión extranjera en Brasil, su 17,5% de inversión sobre producto es inferior al 23% de Argentina, donde la creciente carga impositiva (que ya llega al 32% del PIB) sigue siendo inferior al 35% de país vecino.</p>
<p>Estas circunstancias sugieren un delicado dilema. ¿Es la percepción de los dos países, tan disímil, reflejo fiel de diferencias reales? Si las políticas difieren tanto como se sostiene, ¿cómo se explican las semejanzas en los resultados?</p>
<p>Siempre puede culparse el <em>estilo </em>con el que Argentina comunica sus decisiones políticas (aunque analistas e inversores sofisticados suelen mirar más allá de las cuestiones de forma al juzgar el desempeño futuro). Un factor a nuestro juicio más probable es la incertidumbre sobre la respuesta de la política económica frente a situaciones de estrés. Por ejemplo, ambos países se enfrentan a la necesidad de contener un gasto público alto e inercial y una inflación creciente -que en Argentina adquiere niveles preocupantes-. Y, víctimas de su propio éxito, sus Gobiernos enfrentan expectativas crecientes de su población en momentos en que el logro de mejoras sociales se vuelve más difícil y fiscalmente oneroso. Pero mientras que del nuevo Gobierno brasilero el mercado espera refinamiento y previsibilidad, en Argentina vaticinan que la reducción de márgenes políticos se traducirá en una paulatina <em>chavización</em>.</p>
<p>Por esto mismo, dado que la calidad de las políticas suele ser menos relevante en la abundancia que en la escasez, muchos dicen que solo a partir de ahora deberían hacerse visibles las diferencias de gestión entre los dos vecinos. Pero es fácil invertir este argumento y señalar que si, tras las elecciones, Argentina suscribe un conjunto de medidas contracíclicas simples y factibles, bien podría alterar, sin mayores complicaciones, el destino ominoso que le presagian los escépticos. El veredicto final en este caso de economía comparada permanece aún abierto.</p>
<div>
<p><strong>Mario Blejer</strong> fue presidente del Banco Central de Argentina y <strong>Eduardo Levy Yeyati </strong>es <em>senior fellow</em> de Brookings y profesor invitado de la Barcelona GSE.</p>
<p>[Veja a íntegra deste artigo diretamente no site do <a href="http://www.elpais.com/articulo/primer/plano/Argentina/Brasil/distintos/elpepueconeg/20110501elpneglse_9/Tes" target="_blank">El País</a>]</p>
</div>
</div>
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